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DUAS MULHERES |
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Joana, médica psiquiatra de 40 anos, é casada com Paulo, executivo de uma grande empresa financeira. O casal tem a existência dourada a que dá direito a profissão e a estabilidade de Joana e o poder de Paulo, apesar de, neste caso, os circuitos do dinheiro e dos seus interesses obrigarem a recondicionamentos e sobressaltos constantes, como agora acontece com uma guerra de accionistas à porta.
Paulo espera que Joana cumpra o seu papel e o siga nas suas constantes demonstrações sociais de influência e competência. Mas a disposição e o quotidiano de Joana são profundamente alterados, quando Mónica, uma jovem modelo, entra na sua vida, por via de uma consulta de urgência. Mónica traz com ela a beleza, o espírito e a juventude, que Joana interpreta como sendo, ao mesmo tempo, os sinais de um futuro, mas também as marcas de um passado que podia bem ter sido o seu.
Irresistivelmente atraída, como a abelha pelo pólen, Joana envolve-se romanticamente com Mónica, que a transporta para um mundo libertador de experiências e sentimentos, cuja aventura e turbulência está muito longe da futilidade que a persegue no dia a dia. Será, porém, uma viagem breve, já que a revelação do romance força Paulo a tomar medidas drásticas. Como tantas vezes acontece, é através do crime que a ordem será restabelecida.
Mas para Joana, a experiência (real ou imaginária, nunca o saberemos) será inesquecível. No fundo, não se mata uma mulher… muito menos, duas.
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NOS CINEMAS A 24 DE JUNHO 2010 |
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PARE, ESCUTE, OLHE (documentário) |
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Dezembro de 91. Uma decisão política encerra metade da centenária linha ferroviária do Tua, entre Bragança e Mirandela.
Quinze anos depois, o apito do comboio apenas ecoa na memória dos transmontanos.
A sentença amputou o rumo de desenvolvimento e acentuou as assimetrias entre o litoral e o interior de Portugal, tornando-o no país mais centralista da Europa Ocidental.
Os velhos resistem nas aldeias quase desertificadas, sem crianças. A falta de emprego e vida na terra leva os jovens que restam a procurar oportunidades noutras fronteiras.
Agora, o comboio que ainda serpenteia por entre fragas do idílico vale do Tua é ameaçado por uma barragem que inundará aquela que é considerada uma das três mais belas linhas ferroviárias da Europa.
PARE, ESCUTE, OLHE é uma viagem por um Portugal profundo e esquecido, conduzida pela voz soberana de um povo inconformado, maior vítima de promessas incumpridas dos que juraram defender a terra.
Esses partiram com o comboio, impunes. O povo ficou, isolado, no único distrito do país sem um único quilómetro de auto-estrada.
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NOS CINEMAS A 08 DE ABRIL 2010 |
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O ÚLTIMO CONDENADO À MORTE |
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O filme vai percorrer a história do protagonista num dos períodos mais conturbados da história portuguesa – a primeira metade do século XIX. A guerra civil, entre absolutistas e liberais e as lutas subsequentes explicam o percurso atribulado de Matos Lobo. A família, conservadora e miguelista, sofre as consequências da derrota. Os conflitos com o pai, o seminário e o seu temperamento romântico exacerbado moldam-lhe a psique. Mas é a paixão inconclusiva pela bela Adelaide que despoleta a tragédia, mais ainda quando ela ostenta um comportamento liberal, ao arrepio dos costumes lusos. Manter-se-á, até ao fim, a hipótese de Matos Lobo estar inocente.
NOS CINEMAS A 21 DE MAIO 2009 |
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MAL NASCIDA |
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Lúcia é uma mal nascida, uma mal amada é a eterna viúva do seu pai. Um grito antes de ser um corpo, enlouquecida, maltratada e humilhada, sobrevive enlutada com a lembrança do crime e da traição da mãe, grita a sua dor inconsolável para não dar descanso nem paz aos assassinos do pai. Vive na esperança desesperada do regresso do irmão para cumprir a promessa de vingar o sangue do pai.
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NOS CINEMAS A 25 DE SETEMBRO 2008 |
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A ILHA DOS ESCRAVOS |
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O filme decorre em Cabo Verde, Brasil e Portugal em 1852. Um levantamento de tropas, na cidade da Praia, instigado por oficiais desterrados para o arquipélago, em consequência da derrota dos partidários do infante D. Miguel, na guerra civil portuguesa, é o núcleo histórico do filme. Os rebeldes, contrariando as suas próprias convicções antiliberais, tentam aliciar para seu campo a população escrava, à falta de outros meios humanos que lhes corporizem os desígnios.
Conspiração político-militar por um lado, insurreição de escravos por outro, ambas associadas, mas transitoriamente convergentes, e a mistura não podia ser senão explosiva.
Se o núcleo histórico do filme é abertamente conflituoso, o núcleo dramático não é menos, com uma tecitura melodramática, que nos remete, em +leno, para o período romântico, em que a acção decorre.
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NOS CINEMAS A 08 DE MAIO |
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REEFER MADNESS: ERVA MALDITA |
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Estamos numa pequena cidade da América em 1936. Os pais acotovelam-se no auditório da escola secundária local para ouvir “O Conferencista” (ALAN CUMMING), um cruzado itinerante que chegou à cidade para revelar os factos chocantes sobre a loucura de uma droga mortal que ameaça a sua vulnerável e inocente juventude. Do alto do seu pódio, o Conferencista adverte que têm de ser tomadas acções imediatas antes que a boa e velha América sucumba à ameaça da “Marijuana!”...
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SELECÇÃO OFICIAL PREMIÉRE FANTASPORTO 2008
NOS CINEMAS A 19 DE JUNHO
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